A recorrência sistemática de situações de estresse e ansiedade pode levar a um infarto, mesmo que a pessoa não apresente nenhum dos outros fatores comuns, como hipertensão, obstruções e danos nas artérias, fatores congênitos ou propensão genética.
O estresse faz com que a defesa do organismo passe a produzir altas doses dos hormônios Adrenalina e Noradrenalina (chamados hormônios do estresse) e a presença excessiva desses hormônios provoca a redução do calibre dos vasos sanguíneos e o consequentemente aumento da pressão e da frequência cardíaca e espasmos nas artérias coronárias.
A repetição sistemática desses efeitos, conhecido como "Estresse Repentino", pode provocar o fechamento dessas artérias, levando o coração ao colapso, com consequente infarto do miocárdio. Em alguns casos, pode levar também ao rompimento dos tendões que sustentam o movimento e a estrutura muscular do coração, causando uma lesão conhecida como "síndrome do coração partido" (cardiomiopatia de Takotsubo).
Embora esse tipo de infarto seja relativamente pouco frequente (15% dos casos), tende a ser fatal, sobretudo se a vítima apresentar adicionalmente outro fator de risco, como obesidade, vida sedentária e pressão alta.
No dia 16/09/2020 eu fui vítima de um infarto como este.
![]() |
| Recebendo alta no Hospital N. Sra. De Fátima, em Patos de Minas |
Leia sobre esse tipo de infarto, clicando nos ícones abaixo!
![]() |
| Estresse Repentino 15% dos Infartos |
![]() |
| Alerta: Estresse Repentino |
...



